quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Tapa nº20

O "Ser diferente".

Certo dia, uma amiga minha me disse que tinha conhecido um cara "diferente".
Ela o descreveu da seguinte forma:
Cabelo cacheado, barba grande, óculos largo, camisa surrada, calça xadrês e uma jaqueta de veludo. Um olhar diferente sobre o mundo, idéias meio malucas mas muito interessantes, já havia viajado muito e conhecido culturas diferentes.
Era o Máximo.
Enquanto ouvia o descritivo do rapaz, eu construía na minha cabeça uma imagem do tal homem perfeito. Fui desenhando, desenhando e imaginando. Cheguei a uma pessoa, um rosto, que me pareceu extremamente familiar e perguntei.
Ele por acaso é o fulano de tal!?

Vai que ele era um parente bastardo dos "hermanos"??

Não.. o nome dele é zé biriri...
Ah, nossa até me assustei. O jeito que você falou dele me fez lembrar exatamente esse meu amigo.
O assunto acabou por aí..
Mas isso ficou na minha cabeça.
O que é ser diferente?
Ou melhor, o "diferente" está em quem é ou quem vê?
Para alguns, o diferente é tão exclusivo assim como para outros é cotidiano.
Acredito que tudo seja uma questão de ponto de vista.



Seja você mesmo...

Para entender qual é a real do Iphone...

O incrível modelo de negócio do iPhone

2 de Outubro de 2007

Pontos

Modelo concebido pela Apple para o iPhone “não tem precedentes e é quase inacreditável”, diz analista.

“A Apple pode ser muitas coisas, menos burra. O único modo pelo qual faz sentido para uma empresa de hardware deliberadamente limitar suas vendas [bloqueando o iPhone para uma única operadora] é se estiver ganhando nos serviços. O diretor-presidente da O2 [operadora celular britânica pela qual o iPhone será distribuído e operado com exclusividade no Reino Unido] admitiu que a empresa vai compartilhar com a Apple a receita pela operação do serviço do iPhone e jornalistas europeus estimam que o percentual pode ser na ordem de 40% sobre os serviços de voz e dados. Qualquer que seja esse valor, se for real, faz da Apple uma empresa pública, portanto devemos ser informados sobre a receita gerada pelos serviços quando a empresa relatar seus resultados financeiros”, diz Avi Greengar, principal analista do mercado de aparelhos de mão da Current Analysis Inc., em artigo publicado no RCR Wireless News.

Para ele, a interface do iPhone é extraordinária, mas o modelo de negócio concebido pela Apple para o iPhone “não tem precedentes e é quase inacreditável”. Para quem ainda não conhece, Greengar ensina como esse negócio funciona: “A Apple vende o hardware do iPhone com uma boa margem de lucro e mantém total controle sobre sua margem ditando seus próprios preços, sem a confusão dos subsídios e descontos das operadoras. A Apple recebe da operadora um percentual da receita gerada pela operação do hardware. A Apple recebe também um percentual na venda de conteúdo ( música, filmes, toques de campainha, etc. e jogos certamente a caminho)”.

“No entanto, como uma MVNO [sigla em inglês para Operador de Rede Móvel Virtual], a Apple não tem que lidar com nenhum dos problemas relacionados à compra de banda de freqüência e construção e manutenção de redes. Ao contrário de uma MVNO, a Apple sequer tem que se preocupar em lidar com cobranças para serviço de voz e dados ou com atendimento ao usuário. A Apple também pode montar nas costas da rede de varejo e publicidade da operadora ao invés de competir com ela. O modelo da Apple inclui todos os benefícios de ser uma MVNO sem nenhum dos riscos e todos os benefícios de uma lucrativa fabricante de hardware quase sem nenhuma das preocupações de uma operadora”, analisa Greengar.

Diante de todas essas vantagens para a Apple, Greengar encerra seu artigo com uma única palavra que expressa sua admiração pelo modelo de negócio desenvolvido pela Apple para o iPhone: “Uau!”

Mais detalhes no artigo completo de Greengar.



FONTE: http://applemania.info/?p=975

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Tapa nº19

Arme-se porque ninguém aqui vai te salvar.

As coisas nunca mais serão as mesmas
Tuas atitudes têm consequência
As piores respostas
Não dá pra negar
Eu cavei a tua cova
Dei corda pro teu suicído
Você não fez questão de se salvar
Você nunca fez questão
Por muito menos eu já me ajoelhei
Fiz a minha parte para continuar vivo
Dentro da escuridão da tua espinha
A chance de dar certo te engoliu
Você foi traída pelas possibilidades
Me reconstruiu e fiquei pior
O sangue que agora corre pelas minhas veias é frio
Infelizmente vou te substiuir e você sabe que nem isso merecia
You know My Name....


Para quem nunca viu...



Selton Mello e Seu Jorge
Tarantino's Mind

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Tapa nº18

Sorriso


Um grande e amarelo sorriso me acompanha
culpa do cigarro, em partes
Cansei de bater a cara na ponta da faca.
Pessoas não mudam por mal, quem dirá por bem.
A pura beleza?
Ficou nos três segundos do amor a primeira vista.
Um dia a gente resolve mudar.
E fazer tudo o que a gente sempre quis fazer.
E um dia eu não vou mais lhe telefonar...
O sonho acabou.
O estômago já não suporta mais gordura..
Virei light.
Alma leve, sorrindo e caminhando.
A barreira continua lá mas eu resolvi mudar o caminho.
sem ligar pro que pode acontecer.
Cedo ou tarde aparecerão barreiras maiores, pontes e cachoeiras.
Vou sorrir.
O resto não pode ser do meu jeito e muito menos do nosso, todos nós, apenas amadores*
A máscara de correto fica para o dia a dia.
Nas horas especiais vou ser eu mesmo...





Tudo tem duas caras.
Caralho ou coroa.


*Marco Alonso. Poeta de peixes, pássaros e momentos introspectivos.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Tapa nº17

Música...

Sempre gostei de uma música que a Elza Soares chamada "Espumas ao vento".
Adorava ouvir a Elza sofrendo, gritando, implorando para o grande amor voltar...
Pensei em escrever sobre ela, já tinha um post pronto e colocar no final o vídeo, mas não achei a musa do garrincha no youtube...
Pôxa, como vou falar de amor sem citar a Elza Soares Cantando essa música!?
Pata que o pariu.
Cabou, perdi a história... e estava tão bonitinha..
Engano meu, admito, a Elza canta muito, mas pra falar de amor e sofrimento eu achei um outro cara cantando a mesma música... (eu nunca gostei desse cara)
Aí sim eu ví o que é dor de corno...
Sei que errei, estou aqui pra te pedir perdão...


E não é coisa de momento, raiva passageira...

Tapa nº16

Saudades

Tudo já foi
E nem tudo foi resolvido
Surtos , que o vento leva
Quanto tempo?
Tanto tempo
Não importa a notícia.
Seja triste ou feliz.

A razão virou uma flor que não desabrocha mais. Cada um vai seguir o seu caminho.
Cegos a beira de tanto amor.
Um abismo se abriu, fui pra praia e ela pra montanha.
O tempo se perdeu e foi perdido.
Hoje, ontem e amanhã.
Saudade.
Espero que de algo tenha valido.
Que alguma lição seja aprendida.
Profundo corte.
é o fim do caminho...


É a promessa de vida no meu coração.
Recomeço sempre.